“À propósito, te agradeço. Não por ter me magoado e ido embora como se nada tivesse acontecido, mas por ter me ensinado a ser mais forte. E menos tola.”-Tati Bernardi
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terça-feira, 4 de junho de 2013
sexta-feira, 10 de maio de 2013
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
“E quando você finalmente discar meu número, ele estará
ocupado demais, ou nem será mais o mesmo, ou até eu nem queira mais te atender.
E se você bater na minha porta ela estará muito trancada, se aberta, mostrará
uma casa vazia. Seus olhos te ensinarão o que é lagrimas, aquelas que eu te
disse que ardiam tanto. O nome do enjôo que você vai sentir é arrependimento, e
a falta de fome que virá chama-se tristeza. Então quando os dias passarem e eu
não te ligar, quando nada de bom te acontecer e ninguém te olhar com meus olhos
encantados… Você encontrará a famosa solidão, a partir daí o que acontecerá,
chama-se surpresa. E provavelmente o remédio para todas essas sensações acima,
é o tal do tempo em que você tanto falava.”
- Tati Bernardi.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Não
briguei mais por você, porque ter você seria muito menos do que ter
você. Não te liguei mais, porque ouvir sua voz nunca mais será como
ouvir a sua voz. Não te escrevo porque nada mais tem o tamanho do que eu
quero dizer. Nenhum sentimento chega perto do sentimento. Nenhum ódio
ou saudade ou desespero é do tamanho do que eu sinto e que não tem nome.
Não sei o nome porque isso que eu sinto agora chegou antes de eu saber o
que é. Acabou antes do verbo. Ficou tudo no passado antes de ser
qualquer coisa. Forço um pouco e penso que o nome é morte. Me sinto
morta. Sinto o mundo morto. Mas se forço um pouco mais, tentando
escrever o mais verdadeiramente possível, percebo que mesmo morte é
muito pouco. Eu sem nome você. Eu sem nome nós. Eu sem nome o tempo
todo. Eu sem nome profundamente. Eu sem nome pra sempre.
Tati Bernardi
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
E você continua indo embora, e eu continuo ficando, vendo você levar partes de mim que antes eu nem sentia falta. E você continua escrevendo sua história pulando linhas, errando palavras, esquecendo os títulos. E eu continuo escrevendo seu nome com letras cheias, para tentar preencher você de alguma maneira. Pra tentar deixar tangível a sua existência. E principalmente pra poder amassar o papel e jogar no lixo.
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